domingo, 15 de janeiro de 2012

Certas coisas não podem falhar nunca!

 

“Uma tentativa de assalto na madrugada desta quinta-feira (10/11/2011) mobilizou boa parte do efetivo da Polícia Militar (PM) até o bairro Jardim Karaíba. Cerca de oito viaturas se deslocaram até a casa, que havia sido invadida por três homens armados. Vizinhos afirmaram ter ouvido disparos de arma de fogo.
Segundo a PM, os acusados entraram na casa depois que romperam a cerca elétrica, que não estava ligada, e pularam o muro. Em seguida, quebraram uma parede de vidro e renderam a família. Um dos moradores, um agente federal, tinha uma arma em casa e disparou algumas vezes na intenção de assustar os assaltantes. Assustados, os acusados tentaram fugir, mas foram pegos pelos militares que cercavam o local.
Na tentativa de fuga, um deles se feriu ao cair da sacada do terceiro andar do imóvel. O resgate do Corpo de Bombeiros foi chamado para dar socorro ao rapaz. Ele foi imobilizado e encaminhado, sob escolta policial, à Unidade de Atendimento Integrado (UAI) do bairro Pampulha, com fortes dores nas costas. Os outros foram encaminhados à 1ª Delegacia Regional de Segurança Pública de Uberlândia.” (Portal UIPI, 2011).
Essa foi a notícia veiculada pela imprensa local, mas é preciso contar os detalhes da ocorrência.
Por volta das 4h do dia 10/11/2011, a esposa de um policial federal aposentado ouviu o som de uma porta de vidro sendo estilhaçada. Ela avisou o marido, pegou o telefone celular, se trancou no banheiro e ligou para um amigo oficial da PMMG que morava nas proximidades. Enquanto isso, seu marido vestiu uma camisa, pegou o revólver 38 (5 tiros), colocou-o na cintura, e saiu do quarto para verificar o que estava ocorrendo.
Ao mesmo tempo, o trio criminoso, armado com facas, invadia a casa. O primeiro rendeu o filho do casal e o manteve sob ameaça com uma faca no pescoço; o segundo encontrou o policial no meio do caminho e ordenou que ele voltasse para o quarto; o terceiro bandido já vasculhava os outros cômodos da residência.
No quarto do casal, o criminoso ameaçou o policial e mandou que sua esposa saísse do banheiro. Perspicaz, a mulher deixou o telefone no banheiro para que o delinquente não percebesse que o socorro estava a caminho. Contudo, ao revistar uma gaveta, o bandido localizou alguns cartuchos de revólver e, indo em direção ao policial, perguntou onde estava a arma. Temendo ser identificado ou revistado, o policial sacou o revólver e fez três acionamentos contra o delinquente. Entretanto, os disparos falharam (negaram fogo) e o assaltante começou a brigar com o policial e sua esposa. Mesmo caído e com o invasor o estrangulando, o policial conseguiu realizar os dois últimos acionamentos que, apesar de funcionarem, não acertaram o alvo. Sem munição, o policial pediu ajuda à esposa. Então, ela pegou um vaso e o quebrou na cabeça do bandido, o que não teve qualquer efeito imediato. Aí, ela pegou o tampo de vidro duma mesa e realizou novo golpe na cabeça do invasor. Atordoado, ele tentou fugir saltando da sacada. Os comparsas fugiram, como de praxe, ao ouvirem os dois disparos que funcionaram. Os três assaltantes foram presos por policiais militares que já estavam no local.
Passado o susto, alguns colegas visitaram o policial aposentado para lhe prestar solidariedade. Questionado sobre o fato das munições terem falhado (num percentual de 60% da capacidade de seu revólver), o policial informou que aqueles cartuchos eram remanescentes de uma época distante e cuja procedência ele não se recordava. Outros policiais ficaram se perguntando por que o colega tinha apenas um revólver ao invés de uma pistola.
A esposa do policial foi, sem dúvida alguma, muito esperta. Ao ouvir o barulho da porta de vidro se quebrando, ela imediatamente deduziu tratar-se de um arrombamento. Enquanto a maioria das pessoas iria ver o que estava acontecendo (correndo o risco de ser surpreendido no meio do caminho), ela simplesmente pegou o telefone e pediu socorro. Certamente, a atitude desta mulher foi que evitou uma tragédia.
Se você está armado e vivencia uma situação de risco, há três coisas que não podem falhar: você, a arma e a munição. Se você falhar, sua arma poderá ser usada contra você e sua família. Se a arma ou a munição falhar, você estará em apuros já que talvez não tenha tempo ou frieza para sanar o problema, principalmente num conflito de vida ou morte. Nesse último caso, você vai precisar de todo ódio e toda força bruta para sobreviver se a questão for decidida corpo a corpo. É quando o treinamento mental e o condicionamento físico (este adquirido com a prática de esportes, mas muitas vezes negligenciado pelos policiais) fazem a diferença entre os perdedores e os vencedores.
Você falha quando acha que está sempre seguro mesmo em sua própria casa ou realizando atividades rotineiras. Falha quando acredita que a violência só atinge as outras pessoas ou está restrita a certos lugares. Erra quando não aproveita a primeira oportunidade para reagir ou quando reage no momento errado. Falha quando não pratica atividades físicas constantes. Erra quando usa munição de qualidade incerta, velha ou de procedência duvidosa. Falha quando não limpa sua arma e não treina com ela. E erra quando acha que a aposentadoria lhe afastou do grupo de risco do qual fazem parte todos os policiais do mundo.
Por isso, com tanta coisa para dar errado, você não pode correr o risco de aumentar sua chance de ser vitimado simplesmente porque não trocou a munição da sua arma por outra nova ou não limpou a arma ou não treinou um pouco (mesmo num treino em seco).
Certa vez, um colega me presenteou com uma caixa de munição 9 mm da marca Lapua. Ele também me avisou que a munição estava guardada havia mais de 10 anos. Então, fui ao estande, ainda com certo grau de desconfiança naquela munição, e fiz cinquenta acionamentos. Confesso que me arrependi imediatamente, pois todos os acionamentos resultaram em disparos efetivos. Meu pesar foi pela vergonha em não ter confiado na marca e na qualidade do presente e porque fiquei sem aquela excelente munição para um treino mais elaborado.
Quando eu ainda era um aluno do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva em Belo Horizonte/MG (CPOR/BH), os alunos do curso de Artilharia realizaram, pela primeira vez, um treinamento real com os obuses de 105 mm. Considerando a necessidade de preservar a munição nova em virtude do contingenciamento de recursos, a munição utilizada foi aquela que estava estocada há mais tempo. Resultado: o treino foi um fiasco, pois a munição não funcionou. Quer dizer, gastou-se dinheiro, tempo e motivação para um resultado nulo. Durante um treino de tiro recente, os policiais que foram convidados utilizaram a munição recarregada pela própria corporação da qual faziam parte. E o que deveria ser um treinamento com exercícios dinâmicos, tornou-se fragmentado pela necessidade de se interromper os exercícios sempre que a munição falhava.
Assim como um paraquedas, a munição é algo que não pode falhar nunca, principalmente aquela desenvolvida para o uso em serviço. Considerando esta realidade, as organizações policiais deveriam ser autorizadas a comprar a melhor munição disponível no mercado mundial e em quantidade suficiente para promover a correta substituição dos cartuchos de todos os policiais, conforme orientam as próprias empresas fabricantes. E as empresas produtoras de cartuchos deveriam elaborar produtos mais resistentes, avaliando, inclusive, o modo inadequado como muitas pessoas guardam suas munições. Já que as armas modernas são testadas sob condições extremas, o mesmo deveria ser aplicado à munição.
Então, você deve substituir a munição velha por outra nova e limpar sua arma se assumiu a responsabilidade pela própria segurança. Além disso, as instituições policiais poderiam designar uma pequena quantidade de cartuchos para os colegas aposentados, já que eles representaram a polícia por mais tempo do que aqueles que continuam trabalhando.
*Foto: 123rf.com

Fonte:Blog: comunida depolicial

Noticiário Mortal

 


Durante meu curso de formação policial, a aula mais esperada era sobre o combate ao tráfico ilícito de entorpecentes. Talvez no imaginário dos alunos, o combate ao tráfico de drogas representasse o divisor de águas entre a atividade-meio e a atividade-fim da polícia. Era a polícia que estava nas ruas investigando, prendendo criminosos, apreendendo drogas e mostrando serviço. Era a polícia dos informantes, dos segredos mais bem guardados, da compartimentação de informações, dos acordos internacionais, etc. Era a polícia que, afinal, estampava o emblema da organização nos noticiários.

Mas para nossa decepção, o professor da matéria falou sobre quase tudo, menos sobre os métodos específicos de investigação. Sua justificativa era de que ainda não éramos policiais, apenas alunos de um curso de formação, sendo que o conhecimento de certas informações ainda não era conveniente.

Durante alguns anos trabalhei na atividade de repressão ao tráfico de entorpecentes e conheci aqueles policiais que estavam nas ruas investigando traficantes e os prendendo, apreendendo drogas e, sem aparecer, mostrando os resultados desse duro trabalho. Todos os policiais fugiam das filmadoras e máquinas fotográficas da imprensa e ninguém falava sobre os métodos de investigação. Eu mesmo só conheci tais métodos e só fui chamado para participar das operações policiais depois que os policiais mais antigos avaliaram minha capacidade de manter o sigilo e o comportamento necessário para operar neste tipo de atividade. Quando viajava, nem minha família sabia para onde eu ia.

Compartimentação foi o nome que a polícia encontrou para dizer que certas informações só dizem respeito a certas pessoas. Quer dizer, manter informações sob sigilo (compartimentadas) protege a operação policial contra os “vazamentos”, sejam eles intencionais ou não. Outro objetivo da compartimentação é impedir que os criminosos conheçam os métodos de investigação policial e criem mecanismos para burlá-los, o que dificultaria ainda mais o trabalho policial.

Contudo, este tabu não existe mais e, algumas vezes, é a própria polícia que informa que foram realizadas interceptações telefônicas, escutas ambientes, acompanhamentos aéreos não tripulados, infiltrações de agentes disfarçados, etc. Quer dizer, aqueles métodos específicos de investigação, outrora compartimentados até mesmo dentro das organizações policiais, agora são do conhecimento público.

Por outro lado, quando algumas corporações não querem revelar seus métodos de investigação, elas cometem outro erro, ou seja, informam que o trabalho policial ocorreu em virtude de uma denúncia anônima. Infelizmente, quando tal denúncia existe apenas como pano de fundo, isso diminui todo o esforço de cada policial envolvido na operação e acaba desvalorizando a atividade pela sugestão de que a polícia recebeu uma informação pronta e apenas ficou à espera do resultado. Muitos profissionais sabem que nenhuma denúncia anônima entrega o serviço pronto, e aquelas que merecem algum crédito representam apenas o embrião de qualquer operação policial.

Certa vez, assisti um documentário sobre uma ação antiterrorismo realizada pelo Mossad. Na operação, o terrorista acabou alvo de sua própria bomba no quarto de um hotel onde estava hospedado. A repórter perguntou ao chefe da operação como o Mossad havia atingido o objetivo (neutralizar o terrorista com sua própria bomba caseira). Com ironia, o chefe disse: “Você realmente quer que eu revele os segredos de nossas ações num programa de televisão?” Obviamente, eu entendo que o bom repórter tem a obrigação de perguntar, mas certas perguntas não merecem respostas.

Algumas corporações possuem laços estreitos com a imprensa, o que é desejável, pois esta cooperação é útil muitas vezes. Mas como tudo tem seu limite, avisar a imprensa sobre uma operação policial antes do seu desencadeamento ou permitir a presença do repórter dentro da viatura policial não é ideal. Hoje em dia, já existem programas de TV destinados a mostrar o trabalho policial. Isso é excelente para a polícia, uma vez que o público pode perceber a satisfação por um trabalho policial bem feito e, ao mesmo tempo, os perigos da profissão. É bom também para mostrar a frieza e o cinismo dos criminosos em contraposição ao desespero das vítimas. Entretanto, avisar a imprensa sobre uma operação em curso ou permitir que um cinegrafista faça seu trabalho de dentro da viatura ou, ainda, encenar uma ação policial apenas para sair no noticiário é inoportuno.

Em outra ocasião, vi um grupamento militar reencenando a “tomada” de uma favela e a localização do material entorpecente. A cena mostrava o policial em deslocamento tático “fatiando”, com sua carabina .40, os becos da favela até chegar à boca de fumo.

Em outras reportagens é possível ver todo tipo de erro tático durante essas ações policiais. Muitas matérias mostram policiais trajando “uniformes” sem a menor padronização. São policiais conversando enquanto se aproximam das residências alvos de mandados de busca. Na verdade, eles deveriam estar em absoluto silêncio. São policiais chutando portas porque não possuem ferramentas adequadas. Policiais esmurrando portas enquanto ficam diante delas e no que se convencionou chamar de “cone ou funil fatal”. São policiais sem luvas revirando os chiqueiros onde vivem os criminosos. Policiais disparando suas armas a esmo. Para o público isso parece coisa de cinema; para quem é do ramo, é falha mesmo. Tal deficiência não é apenas culpa do policial, mas é o resultado do pouco e da baixa qualidade do treinamento e da falta de equipamentos e normas que estabeleçam procedimentos operacionais.

A questão é que são erros filmados e gravados por profissionais que não compreendem as dificuldades do trabalho policial e não percebem a possibilidade de usar as filmagens com o propósito de reivindicar melhorias nos treinamentos, nos equipamentos e nos procedimentos. Então, quando algo dá errado, o vídeo serve apenas para mostrar como a polícia é incompetente.

Entretanto, existem outras considerações relevantes sobre a participação da imprensa no ato das operações policiais. A primeira delas diz respeito à segurança da equipe jornalística durante a ação policial. Considerando que algumas vezes é a própria polícia que convida a imprensa para presenciar suas atividades, é fundamental que a segurança dos convidados seja de inteira responsabilidade da polícia. Isso significa que a imprensa deve ser protegida por um grupo de policiais com esse único objetivo, já que uma das funções da polícia é não permitir que inocentes corram riscos desnecessários. Por isso, repórteres não podem acompanhar mandados de busca, não podem permanecer dentro das viaturas policiais e não podem subir morros junto com equipes precursoras. Se a participação da imprensa for imprescindível, então ela deve seguir depois que o local estiver em segurança. Mas se o repórter insiste em seguir adiante, o policial tem que dizer NÃO antes que alguém seja ferido ou morto.

Se o policial precisa progredir num ambiente hostil, que nível de proteção ele pode dispensar ao repórter enquanto tenta resguardar a própria vida? Para mim, o policial pode fazer muito pouco já que sua atenção e seus procedimentos táticos estão orientados exclusivamente para a salvaguarda da equipe policial. Isso significa que se não houver uma equipe policial (na retaguarda) com o objetivo específico de proteger a imprensa, então a equipe precursora terá que dividir sua atenção entre a própria segurança e a da equipe jornalística. Em termos táticos, isso representa um peso desnecessário, perigoso e que atrasa a entrada, a movimentação e a saída de todos os envolvidos na área do conflito. Implica dizer também que se um policial for vitimado, o jornalista ficará ainda mais desprotegido (já que não possui uma arma de fogo, uma proteção balística adequada e o treinamento devido). Se o jornalista for vitimado, o policial terá que aguardar até que se estabeleça algum nível de segurança para que o socorro seja feito sem que ocorram outras fatalidades. Quando o início do socorro médico pode fazer a diferença entre a vida e a morte, qualquer atraso pode ser desfavorável para a pessoa ferida.

Proteção e socorro são, portanto, peças fundamentais em qualquer atividade policial, seja ela acompanhada pela imprensa ou não. Quer dizer, toda operação policial ostensiva deveria ser acompanhada por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), já que a possibilidade de conflito armado é certa. Agindo assim, a pessoa ferida já receberia os primeiros socorros no local da ocorrência e/ou a caminho do hospital. Isso é completamente diferente de apenas transportar a vítima na viatura policial. Se isso não for possível, então cada equipe policial deveria possuir alguém treinado em primeiros socorros, inclusive com o equipamento básico de atendimento.

Como já foi dito, com a participação de repórteres sem treinamento e condições de defesa, a proteção deve ser feita por um grupamento policial designado e pelos equipamentos de proteção individual oferecidos pelos empregadores, tais como: capacete balístico e colete balístico.

Capacete balístico é equipamento de grupos de ações especiais (e acredito que muitos não tenham isso). E normalmente, o que se vê “protegendo” a cabeça do policial é uma boina ou um boné. Já o colete balístico possui níveis de proteção conforme determina o instituto americano National Institute of Justice (NIJ), sendo o mais comum na atividade policial o de nível IIIA, que protege contra projéteis .22 LR, .38 SPL, .380 ACP, .357 Magnum, 9 mm Luger, .40 S&W e .44 Magnum, considerando ainda suas massas e velocidades. Qualquer nível de proteção acima disso depende de autorização do Exército Brasileiro.

Mas se um policial convencional é designado para um patrulhamento de alto risco, é plausível que ele utilize equipamentos convencionais? É admissível que ele utilize um colete balístico incapaz de protegê-lo contra projéteis de fuzis quando se sabe que ele será confrontado por criminosos portando este tipo de armamento? Claro que não! Se a atividade é de alto risco e a possibilidade de confronto é iminente, então todos os envolvidos (policiais especiais, convencionais e repórteres) devem trajar o que há de melhor e mais adequado. Contudo, isso é a teoria, pois nem um colete balístico nível III ou nível IV pode garantir máxima eficácia contra os impactos de projéteis de fuzis, já que tal proteção ocorre devido à presença de placas balísticas de cerâmica ou lâminas de polietileno (pouco maiores que uma folha de papel A4) desenvolvidas para oferecer proteção apenas para o coração e os pulmões. Quer dizer, todo colete nível IV é na verdade um IIIA. Então, quando você insere as placas balísticas, seu colete IIIA se torna um nível IV, mas só na parte das placas. Há, ainda, a limitação do total de impactos que cada placa pode suportar antes de se tornar totalmente ineficaz. Apesar de tal deficiência, isso não significa que os policiais devam trabalhar utilizando equipamentos protetores com capacidade inferiormente ao tipo de confronto esperado.

Além disso, mesmo que um projétil seja parado com sucesso pelo colete sempre haverá algum nível de lesão (contusões, fraturas, hemorragia interna, morte). Um colete protege você contra a maioria dos projéteis de revólver, pistola e espingarda, mas não há dispositivo no mundo que o torne invencível a todas as ameaças. Para dizer o óbvio, levar um tiro sempre traz algum risco, pois existem muitas variáveis que podem interferir na eficácia da "blindagem" (distância do tiro, ângulo de impacto, tipo de munição, se a arma é longa ou curta, quantos projéteis atingiram o colete ou a placa balística, etc.). Portanto, mais uma vez, a questão é a proteção e o socorro imediato.

Infelizmente, no caso do repórter da TV Band, parece que ele estava mal posicionado. Talvez até exposto na linha de visada dos atiradores. Sem cobertura e sem abrigo, qualquer pessoa acompanhando um grupo de policiais e segurando um objeto com as duas mãos pode ser confundido com um policial, especialmente se a distância for grande.

Logo, a melhor blindagem que você pode encontrar é um abrigo, mesmo que esteja vestindo um colete nível IV. Isso ocorre porque um abrigo é capaz de proteger todo seu corpo. Já para os profissionais da imprensa, a melhor blindagem é NUNCA seguir equipes policiais na linha de frente.

*Foto: Werner Bischof. Magnum Photos. Disponível em http://www.flickr.com/people/daveglass/

Humberto Wendling é Agente de Polícia Federal e Professor de Armamento e Tiro lotado na Delegacia de Polícia Federal em Uberlândia/MG.
E-mail: humberto.wendling@ig.com.br
Blog: www.comunidadepolicial.blogspot.com
Twitter: twitter.com/HumbertoWendlin

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Tipos de salário!


 
Qual é o seu?

 

Fuga mal planejada...


 
Esse e muito lokoo vai sair de uma merda e vai cair em outra!

 

Porto dos Gaúchos - Utê gauchada bem machaa! -

 Blog do Praça - Welcome to the Square Blog

CONCURSO 2012: Lista confirmada dos Concursos Policiais previstos para 2012

 


POLÍCIA FEDERAL
- 500 vagas para agente, 100 para papiloscopista, 150 para delegado, 100 para perito criminal e 350 para escrivão (nível superior);
- 328 para agente administrativo (nível médio);
- Salário: R$ 3,2 mil para agente administrativo, R$ 7,5 mil para papiloscopista, agente de polícia e escrivão e R$ 13,3 mil para delegado e perito;
- Previsão edital: março/2012;
- Banca prevista: CESPE/UNB ou FCC;


POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL
- 1.500 vagas para policial rodoviário federal (nível superior);
- Salário: R$ 6 mil;
- Previsão edital: indefinido (previsão de 1.500 vagas abertas a cada ano até 2014);
- Leia nossa coluna “Saga PRF 2009”: atualizando a novela concurso PRF


Agente Penitenciário Federal (DEPEN)
- 1.000 vagas previstas;
- Salário: R$ 3.254,04 referentes ao vencimento básico, acrescido de Gratificação de Desempenho de Atividade de Agente Penitenciário Federal;
- Previsão edital: primeiro semestre 2012;
- Banca prevista: sem previsão.


Polícia Civil Rio de Janeiro
- 1.244 vagas, sendo 100 para papiloscopistas, 44 para peritos legistas, 600 para inspetores, 100 para peritos criminais, 100 para delegados e 300 para oficiais de cartório (todos de nível superior);
- Salário: variados, na média: inspetores e oficiais de cartório R$ 2.300,00 sem gratificação, perito R$ 3.200,00, delegado R$ 10.000,00 inicial;
- Previsão edital: janeiro/2012;
- Banca prevista: FGV;


Polícia Civil de São Paulo
- 113 vagas para auxiliar de papiloscopista (nível fundamental), 391 vagas para agentes policiais, 16 vagas para auxiliar de necropsia policial, 7 vagas para desenhista técnico-pericial e 103 vagas para papiloscopista (todos nível médio), 56 vagas para perito criminal e 3 mil vagas para investigadores e escrivães (todos nível superior);
- Salário: R$ 2,5 mil para auxiliar de papiloscopista e agente policial, R$ 3 mil para auxiliar de necropsia policial, desenhista e papiloscopista, R$ 6 mil para perito;
- Previsão edital: primeiro semestre de 2012;
- Banca prevista: Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra”;


Polícia Civil e Militar de Alagoas
- 25 vagas de delegado, 50 para escrivães, 150 para agentes de polícia, 30 vagas para peritos, 15 para médicos legistas, 5 para papiloscopistas e mais vagas para odontolegistas para a Polícia Civil (nível superior) e para auxiliar de perícia (nível médio);
- vagas não divulgadas para oficiais (nível superior) e praças (nível médio) para a Polícia Militar;
- Previsão edital: primeiro semestre 2012;
- Banca prevista: contratação não iniciada.


Polícia Civil e Militar do Pará
- Para a Polícia Civil são 200 vagas para escrivães, 200 para investigadores e 50 para delegados de polícia. Para a Polícia Militar são 1.000 vagas para soldado;
- Salário: não informado;
- Previsão edital: primeiro semestre 2012;
- Banca prevista: Instituto de Ensino de Segurança do Pará (Iesp);


Polícia Civil Piauí
- para o cargo de agente de polícia, serão oferecidas inicialmente 47 vagas, para o cargo de escrivão 15 vagas (todas distribuídas em 11 regiões), para agente técnico de serviços 8 vagas para Teresina, agentes superiores de serviço 6 vagas, para o cargo de perito criminal 12 vagas, sendo cinco para o cargo de Perito Médico Legal;
- Salário: agente de polícia civil recebe cerca de R$ 2.500,00;
- Previsão edital: fevereiro/2012;
- Banca prevista: CESPE/UNB.


Polícia Militar de Goiás
- 1 mil vagas para soldados (nível superior);
- Salário: de R$ 1,7 mil a R$ 2,7 mil;
- Previsão edital: primeiro semestre 2012;
- Banca prevista: Funcab (www.funcab.org).


Guarda Civil Metropolitana de São Paulo
- 2 mil vagas de guarda civil metropolitano de 3ª classe (nível médio)
- Salário: cerca de R$ 1,6 mil;
- Previsão edital: primeiro semestre 2012;
- Banca prevista: Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra”.


Leia mais: http://www.sagapolicial.com/#ixzz1jCNwxu1Y

Fonte: Blog Saga Policial

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Edital de Concurso para Soldado da PM-MT 2012



A Polícia Militar de Mato Grosso realizará concurso público em 2012. O objetivo é preencher 3.000 vagas para Soldado. As informações foram divulgadas pelo comandante geral da PM-MT. O governador anunciou há alguns meses que iria contratar cerca de 4.000 policiais até 2014, o ano da Copa do Mundo que será realizada no Brasil.
Para participar da seleção será necessário possuir ensino médio completo, idade entre 18 e 25 anos, altura mínima de 1,65 para homens e de 1,57 para mulheres. O salário inicial é de R$1.992,00, no entanto, poderá atingir até R$2.739,00.
Os preparativos já estão sendo realizados e a expectativa é de que o edital seja publicado no início de 2012. O planejamento é formar 1.500 soldados nesse concurso, e formar um cadastro de reserva para 2013, quando devem ser formados os outros 1.500 soldados. Em 2014 deve haver outro processo seletivo que oferecerá mais 1.000 oportunidades.
A avaliação contará com provas objetivas; testes físicos; exames de saúde; teste psicotécnico; exame toxicológico; e curso de formação. O curso de formação se estenderá por sete meses, terá 10 horas/aula por dia. Em 2009 a prova objetiva contou com duas partes: uma abordando as disciplinas de Física, Biologia, Matemática, Geografia e Língua Estrangeira; outra abordando Química, História, Língua Portuguesa, Literatura e Interpretação de Textos. Cada parte foi realizada em um dia diferente e os candidatos tiveram 4 horas para fazer cada uma. O teste físico contou com Flexão na Barra Fixa (somente para os homens), Teste de Cooper: 12 minutos, Abdominal Remador, Meio Sugado, Natação, Sustentação na Barra (somente para as mulheres).

Fonte: PMMT

NOVO MÉTODO DE TREINAMENTO DE TIRO POLICIAL

FISIOLOGIA DO ENFRENTAMENTO ARMADO


Não é mais novidade que venho desenvolvendo um novo método de treinamento de tiro policial com base em estudos científicos da Fisiologia do Enfrentamento Armado. Já divulguei este tema nas redes sociais e aqui no Sobrevivência Policial. Por conta disto, algumas pessoas estão querendo saber detalhes sobre a Fisiologia do Enfrentamento Armado e sobre o método de treinamento.

Minha proposta inicial seria a de tornar público o novo método de treinamento de tiro policial por ocasião do lançamento do meu próximo livro, prevista para o início de 2012, mas, em decorrência das inúmeras solicitações, divulgarei pequenos resumos sobre o tema, pois estou terminando todos os detalhes técnicos para o pedido de patente do método.

O QUE É?

Diz respeito ao estudo das alterações fisiológicas experimentadas por uma pessoa em situações de perigo, mais notadamente nas ocorrências de enfrentamento armado, onde há o risco de morte ou ferimento grave.

PARA QUE SERVE?

Essencial para orientar e direcionar um novo método de treinamento de tiro policial, quebrando os paradigmas dos treinamentos tradicionais que costumam afastar-se da realidade de um enfrentamento armado em situações limites.

EM QUE CONSISTE ESSE NOVO MÉTODO?

Os treinamentos, estruturados com base nos estudos da Fisiologia do Enfrentamento Armado, aproximam-se ao máximo da realidade dos confrontos, sempre levando em consideração que a simplicidade nos procedimentos é a “peça chave” para a drástica diminuição nos riscos de morte ou ferimentos graves a que poderão ficar expostos os policiais e/ou pessoas inocentes. Alicerça-se em dois pilares básicos: ciência e empirismo. O primeiro fornece o entendimento científico necessário para prever o comportamento humano em situações limites, e o segundo dá a capacidade de alinhar adequadamente as técnicas e táticas do treinamento de tiro policial com a realidade das ruas.

QUAIS SÃO AS BASES TEÓRICAS?

  • Rex Applegate - EUA
  • Bruce Siddle - EUA
  • Ernesto Perez – ESPANHA
  • Estudos científicos sobre o medo
  • Estudos científicos sobre o estresse traumático

TREINAMENTO TRADICIONAL



TREINAMENTO PROPOSTO



ESTRESSE DE COMBATE
O estresse relacionado aos enfrentamentos armados tem fatores atuando antes (se não for uma agressão de extrema surpresa), durante e depois.

FOCO DO MÉTODO – Durante as situações de risco.

FATOR PSICOLÓGICO – Controla o medo.
Quando o policial se sente preparado para as situações de enfrentamento, mantém certo grau de controle da situação e é capaz de oferecer respostas mais apropriadas para a situação hostil.

FATOR FISIOLÓGICO – Não tem controle.
Ante uma situação hostil, o corpo humano produzirá uma série de reações automáticas.

CONCLUSÃO
Como não tenho controle sobre as mudanças fisiológicas observáveis em situações de enfrentamento armado, devo adequar o meu treinamento para se compatibilizar com a minha temporária limitação orgânica.


TABELA COMPARATIVA


Fonte: Sobrevivência Polícial


REVÓLVER EM CALIBRE .357 MAG

SÉRIE ARMAS MODERNAS


A indústria italiana de armas ARMI CHIAPPA, apresentou ao mercado mundial, recentemente, um revolucionário conceito para o setor de armas de porte de tambor. Trata-se do revólver RHINO. Esta nova ergonomia para um revólver contrariou quem achava que seria praticamente impossível ocorrerem mudanças significativas nas estruturas destas armas.

Apesar de apresentar uma estrutura bem maciça, o Rhino é uma arma bastante leve, pois é produzida em um tipo de alumínio de alta resistência denominado Ergal.

Tem como principal características:

1ª - O cano alinhado com a câmara inferior do tambor.

2ª - Tambor em formato hexagonal.

A primeira característica proporciona um maior controle e comodidade no momento do disparo; e a segunda característica permite que este revólver apresente-se com uma superfície plana nas laterais, o que ocasiona uma diminuição em seu volume e, conseqüentemente, uma maior comodidade em seu porte.

Está sendo comercializado com canos de 2, 4, 5 e 6 polegadas, todos de seis tiros, disponível apenas no conceituado calibre .357 Mag.

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Veja um comparativo métrico entre o Rhino 20DS e o Smith & Wesson Model 640:


O vídeo a seguir mostra a excelente controlabilidade do Rhino em uma seqüência de disparos:
 
 
Fonte: Sobrevivência Polícial

TRANSFORMANDO PISTOLAS EM CARABINAS - KITS DE CONVERSÃO

Na história evolutiva das armas de fogo, desde os primórdios os atiradores buscam uma forma de unir as características de portabilidade de pistolas e revólveres à comodidade e precisão das carabinas.

Já com armas de tiro unitário simples, de antecarga, como a Springfield Model 1855 da imagem a seguir, buscava-se a inclusão de um acessório que possibilitasse ao atirador uma melhor comodidade e precisão para os disparos.


Com a popularização das pistolas, continuou a necessidade de dispor de mecanismos que pudessem, de uma forma simples e rápida, transformá-las em uma carabina. Desta época, a mais famosas foram: Mauser 1896 Red Nine e a Luger P08.


A partir destas idéias é que foram idealizados os atuais Kits de Conversão, onde pistolas de diversas marcas e modelos podem ser facilmente convertidas em uma carabina. As primeiras pistolas modernas a serem contempladas com este tipo de kit foram as da família Glock.

Uma das empresas que mais tem apostado comercialmente nestes acessórios é a alemã HERA ARMS, inicialmente com o kit GCC - Glock Carbine Conversion, e posteriormente com o CPE – Colt Pistol Extension (para qualquer pistola no modelo 1911 em calibre .45). Recentemente a Hera Arms produziu o kit TRIARII, para pistolas de diversos fabricantes e modelos.


Os kits de conversão, além da facilidade de montagem, possuem a vantagem de possibilitar a utilização de diversos tipos de acessórios táticos, tais como: lanterna, laser, mira eletrônica, etc.

Outra grande empresa que vem investindo nos kits de conversão é a americana MECH TECH SYSTEMS, que desenvolveu o CCU – Carbine Conversion Unit.


Vejam mais algumas empresas que estão apostando nos kits de conversão:

Command Arms Accessories – CAA Tactical



Turn-Key Tactical Solutions – Rapid Response Pistol Stabilizer


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Fonte: Site Sobrevivência Polícial

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Em Porto dos Gaúchos também é assim tchê!!!??





Fonte: Blog do Roseno

Mãe alcoolizada sufoca recém-nascido - Tabaporã - MT

(Imagem inlustrativa)


A Polícia Militar recebeu uma ligação anônima na última quinta-feira, por volta das 18:30h, informando que a mãe  S.M.S.N, 29 anos, apresentava sinais de  embriaguez, estava sufocando e agredindo o seu filho de apenas 03 meses de vida.  O pai  E.N. tentava  impedir que a mãe maltratasse o bebê. Quando a Polícia chegou conseguiu tirar o bebê dos braços da mãe, o mesmo chorava muito e estava assustado. O mesmo foi encaminhado  para o hospital municipal, o conselho tutelar foi acionado e acompanhou o bebê que ficou internado em observação.

A mãe recebeu voz de prisão e foi encaminhada para a Polícia Civil de Tabaporã para as medidas cabíveis.

A ocorrência foi registrada pelos PM – Duarte e Bonfim, sob o nº 002/2012.

VIDEO: O reconhecimento necessário da Imprensa (TRIBUTO A POLÍCIA) Pec. 300 já.

Em Juara esposa denuncia marido por tentar fazer sexo anal com ela.


  O acusado
Um caso um tanto inusitado chamou a atenção de nossa reportagem neste último domingo dia 08 de Janeiro em Juara.    Uma moradora do Bairro “João de Barro 2” denunciou o próprio marido, que segundo ela em conversa com nossa reportagem, disse que ele estava com umas vontades “um pouco estranha” para ela.

Rosa Fátima Veiga 36 anos, que não quis ser filmada por nossa reportagem mas aceitou falar em conversa, disse que na tarde deste ultimo domingo, seu esposo Vanildo Shocer Felipe 37 anos,  queria a todo custo fazer sexo com ela.  Como segundo ela, está “naqueles dias”, disse que não daria, então ele resolveu partir para outra banda.

A esposa do acusado que disse nunca fez isto antes e pediu para que ele parasse com esta “vontade”, mas e ele insistia mesmo assim.   Então Rosa ligou para o 190 onde prontamente foi atendida pela Policia Militar. 

Vanildo disse para nossa reportagem que “jamais tentou tal ato”, e que na verdade ele só havia passado a mão de leve nas nádegas da vítima, para ela abrir a porta, pois havia chegado uma visita.   Segundo ele, “esta passada de mão” era uma forma de se comunicar com ela e pedir que sua esposa fosse até a porta, mas segundo ele, Rosa teria entendido tudo errado.

Em sua versão, ele disse que ela o denunciou só porque ele teria  escondido o garrafão de vinho dela, e que ainda ela teria pegado um facão para dar umas golpeadas neles pela “mão boba”,  golpes estes que não aconteceram porque segundo ele os dois filhos do casal intervieram na briga.

Depois de toda esta confusão, o acusado foi levado até a delegacia de Policia Civil de Juara, onde aguarda ser ouvido.

Já a esposa de Vanildo representou contra o esposo na manhã desta segunda-feira na policia Civil por tentativa de Estupro do seu próprio esposo com que convive a mais de 18 anos.
Fonte: Primeira Hora Notícias

Polícia Militar vai intensificar a fiscalização em ônibus que chegam á Juara.

 

Foto: Capitão PM Félix
Para evitar que pessoas de outras cidades venham para Juara com a intenção de cometer furtos,
tráfico de drogas ou mesmo prostituição, como já aconteceu anteriormente, quando menores
de idade vieram da capital do estado para fazer programas sexuais com pessoas e
homossexuais na cidade, a Polícia Militar vai intensificar a fiscalização em ônibus que chegam
de outras regiões.

De acordo com o Capitão PM Félix Junior, comandante da 1ª Companhia de Polícia
de Juara, a fiscalização é importante para evitar que Juara vire um paraíso para traficantes,
 ladrões e outros delinquentes ambulantes.

Para isso os ônibus serão abordados, pessoas serão identificadas e bagagens vistoriadas,
tudo para que aqueles que viajam a negocio, passeio ou qualquer outra necessidade, possam,
se deslocar tranquilos de uma cidade para outra sem o risco de serem assaltados ou
abordados por pessoas interessadas apenas em cometer delitos.

Fonte: Show de Notícias.


 

A casa caiu: Jovens Acusados de Tráfico de Drogas são presos em Juína

 
O serviço de inteligência com apoio da força tática de Juína, durante um período de investigação, apreenderam nesta tarde de terça-feira (03.01) por volta das 14:00 horas, três elementos acusados de tráfico de drogas. Um deles, Marcelo campos, já vinha sendo investigado pela polícia, ele é apontado pelos outros dois acusados de ser o dono de toda droga e alguns objetos, usados para fins de manutenção da droga.
Após a apreensão desses três elementos, por meio de informações a polícia acabou chegando a Altair Antonio, irmão de Marcelo Campos  vulgo “Téo” (acusado). Em sua residência encontrava-se duas armas de fogo, segundo Altair só tinha conhecimento de uma delas: “meu irmão pediu que eu guardasse a arma lá em casa, agora a outra eu não sabia, ele chegou com um pacote de arroz lá em casa, mas eu não sabia que tinha arma dentro”.
Os acusados foram encaminhados para o Cisc (Centro Integrado de Segurança e Cidadania) para prestarem esclarecimentos.
A operação foi comandada pelos agentes da inteligência e foram apoiados pela Guarnição de Força Tática.

Fonte: Assessoria de Imprensa Comando Regional VIII

Feliz Ano Novo!!! mas nada de Novo!

Salário do Professor versus Incoerência

Charge do dia: Evolução do crime

 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O Praça ta de ferias de fim de ano

Novas Postagens aparti do dia 05 de janeiro de 2012.


Feliz 2012 a todos, que Deus nos abençoe. mande sugestões pelo e-mail: blogdopraca@hotmail.com ou acompanhe o Blog do Praça pelo Facebook

CURSO DE INTERVENÇÃO PRISIONAL - AC-JUNHO 2012



 1. Finalidade:
Organizar atividades de treinamento e aperfeiçoamento a ser ministrada a instituições que necessitam de Cursos de Intervenções Táticas em Estabelecimentos Carcerários.
2. Objetivos
2.1 – Objetivo Geral do Curso: 
Grupo de Intervenção Tática em estabelecimentos Prisionais atuam na preservação da ordem e da manutenção da disciplina, evitando e minimizando os resultados indesejáveis na ocorrência de distúrbios e rebeliões em presídios e unidades de internação de menores infratores, locais que requerem intervenção cirúrgica uma vez que despertam grande interesse da mídia e da sociedade.
Logo, o objetivo desse curso e promover o aprimoramento técnico dos profissionais de segurança que atuam em unidades estatais de custódia. Para isso a metodologia consiste em técnicas e táticas que visam à resolução de conflitos usando os meios necessários dentro dos princípios da legalidade, proporcionalidade e moralidade.
2.2 – Objetivo Específico:
Capacitar os Profissionais de Segurança lhes proporcionando os seguintes conhecimentos:
2.2.1 – Desenvolver uma atuação orientada pelos princípios estabelecidos pela Lei de Execuções Penais e pelas normas de direitos humanos;
2.2.2 – Conhecer os equipamentos e os meios que possam ser acionados em situações de crise;
2.2.3 – Propiciar aos profissionais de segurança o conhecimento das rotinas e procedimentos de segurança que devem existir em um estabelecimento prisional;
2.2.4 – Dar conhecimento e habilitar aos operadores de segurança técnicas de entradas em estabelecimento prisionais; tomada de ambientes; contenção de amotinados; restauração e manutenção da ordem no sistema;
2.2.5 – Utilização de ações e da doutrina tradicional de inteligência na área prisional antecipando e evitando crises;
3. Desenvolvimento:
3.1 – Dados do Curso:
3.1.1 – Carga-horária: 30 (trinta) horas-aula – relativas às disciplinas;
3.1.2 – Duração: 03 (três) dias, 08 (oito) horas dia nos períodos matutino e vespertino (duração sujeita a alteração de acordo com as necessidades das partes);
3.1.2 – Número de alunos: de 20 (vinte) a 40 (quarenta) por turma;
Tópicos a serem abordados
- Surgimento das Prisões no contexto mundial;
- História do Sistema Prisional Brasileiro;
- Declaração Universal dos Direitos Humanos – Pacto de São José da Costa Rica;
- Código de Conduta dos Agentes Encarregados da Lei;
- Direitos e deveres dos presos condenados e provisórios;
- Regime Disciplinar Diferenciado – RDD;
- Algemamento administrativo, transposição de algemas, utilização de algemas descartáveis e marca passo, condução de presos, embarque e desembarque de viaturas;
- Tonfa – movimentos de ataque e defesa, imobilizações com tonfa, invasão de pátio e galerias utilizando tonfa;
- Imobilização até com quatro operacionais, formação de time tático de imobilização, imobilização em ambiente confinado, imobilização de indivíduo drogado ou altamente motivado;
- Tomada rápida, progressão em ambientes carcerários, túnel da morte, visão de túnel, entrada múltipla, varredura, formação de time tático, linguagem de sinais para time tático, equipamentos táticos;
- Equipamentos não letais, espécie, efeitos e utilização, granadas, espargidores, M600, espécies de munições para Calibre 12;
- Manuseio de armamento de treinamento e exercício force x force.
- Utilização de espingarda Calibre 12.
- Planejamento de operação prisional, invasões em estabelecimentos prisionais;
- Simulação de rebelião com aplicação prática dos conhecimentos ministrados
contato:

Este já era, diz pai que matou filho de um ano a canivetadas em Campo Novo do Parecis


  Casa do assassino
Policiais do município de Campo Novo do Parecis, não conseguiram evitar a morte de um bebê de um ano e dois meses, na noite deste domingo (1). Segundo informações da Polícia Militar, a mãe da criança acionou a PM dizendo que o marido, Rosenildo Prado,  de 29 anos, queria matá-la junto com seu filho. A mulher conseguiu fugir no momento em que a polícia chegou ao local. O bebê foi pego pelo pai, que armado com um canivete, ameaçou a criança de morte na frente dos policiais, na varanda da residência.

Em seguida, ele entrou na casa, trancou as portas e apagou as luzes. Durante todo o momento em que a polícia tentava negociar ele apenas dizia que iria matar o filho, porque a sua esposa “não presta e não lhe dava atenção”.

Familiares do rapaz foram chamados para auxiliar no resgate. Após 3h de negociações, ele abre a porta e joga a criança no chão dizendo, “esse já era”.

O bebê foi encaminhado ao Pronto Socorro do município, mas morreu ao chegar no local. As perfurações atingiram o coração da criança.

Em seguida, ele tentou fugir pelos fundos da casa, mas foi pego pela polícia. O pai assassino, foi indiciado por homicídio e encaminhado para a Cadeia Pública.

                                        

                                                            O assassino